sexta-feira, 26 de junho de 2015

Porto Alegre: Ato Pelos Direitos Animais leva mensagem abolicionista à população

Porto Alegre: Ato Pelos Direitos Animais leva mensagem abolicionista à população


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No final da tarde desta sexta-feira, 26 de junho, ativistas realizaram o Ato Pelos Direitos Animais na Esquina Democrática, coração do Centro de Porto Alegre. Protetores, ativistas independentes e ligados a grupos como Vanguarda Abolicionista e Veddas realizaram ação das 16h às 18h30min com banners e cartazes, panfletagem e exibição de trecho do filme 'Terráqueos'.




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segunda-feira, 22 de junho de 2015

5a Feira Vegana de Porto Alegre na TV

Assista a matéria sobre a 5ª Feira Vegana de Porto Alegre que foi ao ar na noite de domingo, 21 de junho, pela TVCOM / Globo: http://videos.clicrbs.com.br/rs/tvcom/video/portoa/2015/06/portoa-feira-mostra-que-comida-vegana-vai-muito-alem-saladinhas-confira/126483/


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segunda-feira, 8 de junho de 2015

DENUNCIA

OLÁ, ESCREVO PARA ENVIAR DENÚNCIA SOBRE UTLIZAÇÃO ATUAL DE CAES DE ALUGUEL. A EMPRESA PROTECAES MANTÉM ANIMAIS EM SERVIÇO NO TERRENO LOCALIZADO NA AV DOM PEDRO II, ESQUINA COM RUA BARÃO DE COTEGIPE. É UMA QUADRA VAZIA COM PREDIO ABANDONADO/DEMOLIDO. EM UM ACESSO DA BARAO DE COTEGIPE HÁ PLACA DA 'MANUTENÇÃO DOS CAES', COM DATA ATUALIZADA. NA FOTO É POSSIVEL VER A 'MANUTENÇÃO' DE 31 DE MAIO ÚLTIMO. AGRADEÇO SE PUDEREM ENCAMINHAR JUNTO AOS ORGAOS COMPETENTENS. ABS.


sexta-feira, 5 de junho de 2015

Dia Mundial do Meio Ambiente: puxada de descarga e torta na cara da natureza

Dia Mundial do Meio Ambiente: puxada de descarga e torta na cara da natureza


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por Marcio de Almeida Bueno, diretor-geral da Vanguarda Abolicionista

Tal como no Natal, com aquelas deprimentes mensagens repassadas por gente que sequer conheço, o tal do Dia do Meio Ambiente também gera um frenesi extra em algumas pessoas. 'Vamos nos conscientizar' e outras frases bestas entopem a caixa de emails, o Tweeter e outros menos votados. Eu me pergunto se eu tenho algo a ver com isso. Que meio ambiente é esse, sempre apresentado em uma imagem com fundo verde, ou em papel reciclado, ou em anúncios de página inteira de revista? Tem algo a ver comigo? Nunca gostei de acampar, fazer trilha, dormir em barraca, sujar os pés ou sentir falta de um banheiro por perto. Não me considero ecologista, e olho com desconfiança a todo que se apresenta como tal.

Explico.

Todo caçador se apresenta como 'o verdadeiro ecologista', toda empresa que não sabe mais de onde arrancar simpatia/dinheiro, lança um produto 'ecológico', toda produção industrial fantasia em poder puxar a descarga e se livrar dos resíduos diários – alguns fazem isso, mesmo que tenha um projeto de educação ambiental em escolas, todo candidato a cargos políticos se diz um preocupado com o meio ambiente, mesmo que seja da bancada ruralista ou receba verbas de campanha das piores empresas poluentes, todo cidadão que se diz preocupado com a Amazônia, com a mancha de óleo no Golfo do México – sem abrir mão do automóvel – e com o futuro dos pandas, frita bife em uma liturgia cotidiana.

Selos de boi verde, carne orgânica e até 'costela de ovelha ecológica' – sim, juro que já vi isso – não são correntes na mesa de ninguém, e mesmo se fossem me parecem mais um 'soprar o merthiolate para não arder' na consciência das pessoas. Este boi nasceu para morrer e acabou no forno da casa de pessoas felizes, mas era verde.

O termo em si se desgastou horrores, e a parcela de bem-intencionados talvez perceba isso, e note que há outros botões a serem apertados, como o antiespecismo e o veganismo. Daí se pode encher a boca para falar que está começando uma vida que tende a ser correta dentro das relações. Pelo menos naquilo que é mais imediato, próximo, constante, como a alimentação. Os animais silvestres também padecem no momento que se abre espaço para pasto de animais domesticados. Todos vão empacotar, então não adianta usar camiseta com estampa de consciência ecológica no sábado de manhã, se não houve uma visão crítica de si e do impacto que a própria existência causa, ou pode causar, nos demais coabitantes do planeta – os que andam de quatro, voam ou nadam, por exemplo.

Cada vez que se puxa a descarga da privada, é uma torta na cara da natureza – mas, friso, não vejo natureza como um cartão-postal de fundo verde, mas um local onde estará um animal não humano, que não percebe que aquele chão está imundo e tem metais pesados, que aquela água está coberta de óleo ou meleca vindo de curtume. É complicado começar a pensar que o WC é um cadafalso para as paisagens que aparecem na National Geographic, mas esse pensamento é necessário. Mas o que já está disponível para consumo, como uma vivência vegana, não pode ser considerado algo utópico, ecochato, excêntrico e fanático. É subversivo, pois este é um mundo violento, indiferente, explorador, sem empatia ou compaixão, então toda postura ética passa a ser subversiva. Como cumprimentar com um sorriso aquele vizinho 'com cara de poucos amigos'. Não vou deixar de ser quem eu sou por ele estar de cara amarrada, não vou jogar o jogo do outro.

E como funciona isso na ecologia?

Questionar as tradições de consumo de produtos de origem animal, testados em animais, causadores de tantos estragos ambientais como o couro, pensar nas conexões entre o consumo de embalagens, plástico, papéis, roupas, celulares etc. e aquelas imagens de lixão que aparecem na televisão e causam espanto aos incautos. Foi o vizinho que não nos dá 'bom-dia' que comprou tudo aquilo?

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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Frente Parlamentar pelo Controle Populacional de Animais

Vanguarda Abolicionista participa de reunião da Frente Parlamentar pelo Controle Populacional de Animais

Foto: Ellen Augusta Valer de Freitas

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Presidida pelo deputado Gabriel Souza, a Frente Parlamentar pelo Controle Populacional de Animais Domésticos da Assembleia Legislativa do RS fez sua primeira reunião nesta quinta-feira, 21 de maio. O parlamentar, que é veterinário, apresentou dois projetos de sua autoria - a Política Estadual pelo Controle Populacional de Animais Domésticos, sobre superpopulação, abandono e maus-tratos, e a Escola Amiga dos Animais, para adoção e guarda responsável em educandários estaduais. A Vanguarda Abolicionista tomou parte na mesa, representanda pelo seu diretor Marcio de Almeida Bueno, além da diretora Ellen Augusta Valer de Freitas. Em sua fala, o ativista frisou o combate ao comércio de filhotes. "Muitas vezes é o primeiro animal de estimação de uma criança, e ela já aprende que é um produto, uma coisa que se compra. Enquanto isso, os abrigos estão lotados de cães e gatos que não têm direito a uma nova chance", discursou. Participaram autoridades de várias cidades, ONGs de proteção, simpatizantes e Patrulha Ambiental da Brigada Militar.



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sábado, 9 de maio de 2015

texto para o DIA DAS MÃES

Dia das Mães, ponto

Por Márcio de Almeida Bueno, direto da Vanguada Abolicionista


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Se o Dia das Mães – aquela mesa arrumada, todos com fome – serve para comemorar a ligação afetiva entre fêmeas e seus filhotes, é porque se reconhece esta união mesmo após o rompimento do cordão umbilical. No entanto, os animais que são vistos por muitos justamente como seres 'instintivos, ponto', não recebem esse benefício do reconhecimento de uma afinidade maior e muitas vezes longa entre mãe e filho. Pela lupa míope do especismo, a mãe humana é sagrada – inclusive com desdobramentos religiosos – e recheada de virtudes, cabendo aos adoradores manter a escravidão e morte de mães não humanas que, por azar, foram elencadas como 'de serventia'.

Então a compreensão se divide em duas, sendo correto pensar que comparar mãe e filho com porca e porquinho é ofender a humana. Vaca, cadela, galinha, porca, égua, macaca – comumente usados no linguajar chulo para rebaixar a mulher, e se aplicado à mãe de alguém pode redundar em briga ou processo por danos morais, tão em voga atualmente.

Mas o cuidado é o mesmo, o sentimento, a dor pela separação, o terror da morte, a defesa incondicional. E não, não vou arrolar casos de mães que jogam bebês na lata de lixo, que silenciam e não percebem o abuso dos filhos por padrasto etc. – porque o objetivo aqui, senhores chatos veganofóbicos, não é diminuir ninguém. Isto já é feito há milênios pela humanidade tola e tosca, colocando os animais lá embaixo, os Morlocks que Deus-alguma-coisa enviou para servir os que são iguais a si – o que abre dúvidas em relação à empatia para com o sofrimento alheio. Mas esta é outra conversa.

A ideia é equiparar aqueles que, sencientes, percebem no filhote um semelhante que, por enquanto, necessita da proteção, alimentação vital e olho atento, enquanto a idade adulta não chega. Há diferenças, claro, como em tudo que existe, e diferença nunca foi motivo suficiente para se aceitar a submissão e o 'poder fazer à vontade'. Prova é que foram caindo, um a um, os alicerces do preconceito contra estrangeiros, negros, mulheres, crianças, infiéis, indígenas, homossexuais, portadores de deficiência mental. Todos eles diferentes, na aparência, do "macho adulto branco sempre no comando" – Caetano Veloso – que, vejam só, cunhava nas tábuas da verdade as leis ditadas pela divindade, compulsória para todos, e obviamente dura lex para quem estivesse abaixo do legislador.

Hoje são os animais não humanos, que nada podem fazer contra as leis que regulam, autorizam, normatizam sua exploração, sua criação, abate, testes científicos, 'lazer' cultural/tradicional, puxar-lhe leite, puxar-lhe ovos, esfolar, capturar com anzol ou sufocamento, confinar, manter em jaulas ou gaiolas, vivisseccionar, dar tiros, obrigar a cumprir trabalhos forçados – e o que mais a imaginação humana inventar como capricho, enquanto não é proibido.

Então o Dia das Mães, como outras datas, celebra o egoísmo de uma espécie, que ultraja as demais, e ainda sacraliza as que geram filhotes – desde que seja dentro dos limites da espécie. Fora dela, vaca ou cadela 'é puta, ponto'.



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segunda-feira, 6 de abril de 2015

PAUTA ANIMAL: ativistas tiram a roupa no Centro

Olá, aqui é o jornalista e ativista da causa animal Rafael Martinelli (51-96475170/ WhatsApp). Segue sugestão de pauta.

 

 

ATIVISTAS TIRAM A ROUPA

CONTRA SACRIFÍCIO DE ANIMAIS

 

Ativistas da causa animal vão tirar a roupa no Centro de Porto Alegre para protestar contra o sacrifício de animais em rituais religiosos.

Um 'despacho' humano será representado pelos militantes entre às 10h e 11h da manhã desta terça-feira (7), no Largo Glênio Peres, entre o Mercado Público e o Chalé da Praça XV.

O grupo tem participação de uma gaúcha radicada na França e de um francês, militantes em campanhas internacionais de Peta (People for the Ethical Treatment of Animals) e Sea Shepherd Conservation Society.

- É nossa forma de representar a dor dos animais e desnudar a realidade desses rituais cruéis – resume a ativista Juliana Marques.

 

PROJETO RESGUARDA ANIMAIS

Às 8h da terça será votado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa gaúcha o projeto de lei nº 21/2015, que retoma a redação original do Código Estadual de Proteção Animal (lei nº 11.915/2003), que proibia sacrifícios em rituais.

O PL de autoria da deputada Regina Becker - que suprime o artigo 2º, introduzido pela lei nº 12.131/2004 para permitir que religiões de matriz africana sacrifiquem animais em seus cultos e liturgias – recebeu na CCJ um parecer favorável do relator Gabriel Souza. São necessários sete votos entre 12 deputados para que o projeto possa ser liberado para votação em plenário.

 

PLEBISCITO É ALTERNATIVA

O "plano B" dos protetores gaúchos é a proposta de realização de um plebiscito, já protocolado pela deputada.

 

O PROTESTO

O quê - Ativistas da causa animal tiram a roupa para protestar contra o sacrifício de animais em rituais religiosos.

Quando - Nesta terça, 7, entre às 10h e 11h, no Largo Glênio Peres, entre o Mercado Público e o Chalé da Praça XV.

Contatos: Jornalista Rafael Martinelli (51-96475170/ WhatsApp)